A Associação "Trilhos d'Esplendor" com sede na Praia de Quiaios, Figueira da Foz, pretende fazer em caminhadas guiadas uma descrição fotográfica da Flora da Serra da Boa Viagem e das Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas. Também mostramos o uso fito-terapêutico desta Flora cujo valor na medicina tradicional é bem conhecido na população local. São todos convidados para descobrir a beleza florística desta terra. Visitem uma das regiões mais importantes de biodiversidade de Portugal!

Download of PDFs (2 Volumes - Eds. 2014):

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. I - Introdução - 371 pp.) (->Download)

"Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited" (Vol. II - Portugal - 1559 pp.) (-> Download)

(contains Web links to Flora-On for observed plant species, Web links to high resolution Google satellite-maps (JPG) of plant-hunting regions from the Iberian peninsula; illustrated text in Portuguese language)


Pesquisar neste blogue

Flora da Serra da Boa Viagem - Folha de Cálculo - > 500 Taxa - > 5000 Fotografias, Scans e Chaves

Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited - última compilação

Polunin - Flowers of South-West Europe - revisited (Volume I - Portugal) Download PDFs (>300MB)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Flowers of South-West Europe revisited (I.2.1a - A Península Ibérica)

“Flowers of South-West Europe - a field guide” - de Oleg Polunin e B.E. Smythies
“Revisitas” de regiões  esquecidas no tempo - “Plant Hunting Regions” - a partir de uma obra de grande valor para o especialista e amador de botânica como da Natureza em geral.
Por
Horst Engels, Cecilia Sousa, Luísa Diniz, Nicole Engels, José Saraiva
da
Associação “Trilhos d’Esplendor”

I .2   Relevo, Geologia, Clima e Vegetação da Península Ibérica

1.2 Relevo, Geologia, Clima e Vegetação da Península Ibérica

1.2.1a Relevo e Geologia - o relevo

Polunin & Smythies  escrevem (p. 1-2):
Landform and Geological Regions
The Iberian peninsula is largely composed of a hard crystalline core of ancient, partly metamorphosed rocks. This remains exposed to the present day only in the north-west of Spain and in the French Massif Central. Around the ancient core there have been successive periods of mountain upheaval, land subsidence and rising, folding and faulting, which has built up the present landscape and determined the main geographical regions. By the end of the Miocene era the basic 'grand plan' of Iberia had been created; the peninsula extended further north and west than it does now, but the main ranges of the highlands (Montes de Leon, Cantabrians, Pyrenees, Central Sierras, Iberian mountains, Catalan hills, Sierra Morena, and Betic Cordillera) were already in evidence, separated by depressions which filled gradually with lacustrine or occasionally marine sediments. During the succeeding years, from late Tertiary times onwards, the Iberian peninsula gradually changed its shape to a pattern strongly resembling that of today. The Balearic Islands, a continuation, in part, of the Betic Cordillera, were still joined to the mainland; but the great expanse of land to the north and west of Spain and Portugal was gradually submerged beneath a proto-Atlantic. . .. Along the coasts of Galicia floundering created drowned river valleys or ' rias', while the coasts of the south-east were likewise partially submerged, thus opening the Strait of Gibraltar and producing conditions for the formation of alluvial plains. In consequence, we can today recognize the following main geographical regions. The ancient crystalline massifs of Galicia and the Massif Central of France, at approximately the north-western and northeastern confines of our area. The central plains or mesetas where more recent Tertiary deposits overlay the ancient core in Iberia. The old-fold mountains which include the Central Sierras, the Iberian Mountains, the Sierra Morena and others formed from the ancient core. The newfold mountains or marginal ranges, where, as a result of the alpine upheaval against the resistant core, the highest mountain ranges of our area, the Cantabrians, the Pyrenees and the Sierra Nevada, have been fanned. The depressions, where low-lying basins are drained by the great rivers, in particular the Tagus, Guadalquivir, Ebro, and Garonne. The coastal plains, narrow strips of low-lying land, often dissected by coastal mountains and presenting a scenic variety that is such a feature of our area .
O relevo   terrestre  pode ser definido como as formas da superfície  do planeta . O relevo se origina e se transforma sob a interferência de dois tipos de agentes: agentes internos e externos. Entre os internos contam os processos geotectónicos e vulcânicos, entre os externos os a meteorização (intemperismo) e erosão por forças climatéricas, químicas e biológicas e antrópicas entre outras. O estudo do relevo  e da geomorfologia  fazem parte da disciplina de geografia. No entanto, as forças que modelam e modificam a crosta terrestre  incluindo o relevo, são processos geotectónicos  que fazem parte do estudo da disciplina de geologia.
A Península Ibérica é em grande parte constituída por um velho escudo cristalino  (magmático-plutônico) de rochas parcialmente metamórficas (material sedimentar). Os maciços cristalinos antigos  da Galiza - Maciço Ibérico  (Hespérico ou Antigo) e do Maciço Central  da França delimitam actualmente aproximadamente o norte-oeste e norte-este da nossa área. À volta deste escudo antigo formaram-se em períodos sucessivos por processos geotectónicos e geomorfológicos montanhas planícies, planaltos e depressões que resultaram no presente relevo da Península Ibérica.
O r elevo da Península Ibérica [1]
... By the end of the Miocene era the basic ‘grand plan’ of Iberia had been created; the peninsula extended further north and west than it does now, but the main ranges of the highlands (Montes de Leon, Cantabrians, Pyrenees, Central Sierras, Iberian mountains, Catalan hills, Sierra Morena, and Betic Cordillera) were already in evidence, separated by depressions which filled gradually with lacustrine and occasionally marine sediments. During the succeeding years, from late Tertiary times onward, the Iberian peninsula gradually changed its shape to a pattern strongly resembling that of today. The Balearic Islands, a continuation, in part, of the Betic Cordillera, were still joined to the mainland; but the great expanse of land to the north and west of Spain and Portugal was gradually submerged beneath a proto-Atlantic....Along the coasts of Galicia floundering created drowned river valleys or ‘rias’, while the coasts of the south-east were likewise partially submerged, thus opening the Strait of Gibraltar and producing conditions for the formation of alluvial plains. [2]
Relevos (Landforms) da Península Ibérica e do Sul-Oest da França (from: Polunin & Smythies , 1972)
Desta forma, reconhecemos hoje as seguintes regiões principais da Península Ibérica no seu relevo: o maciço cristalino   antigo  da Galiza  ( Maciço Ibérico ( também chamado Maciço Hespérico ) ) e do Maciço Central  da França, as cordilheiras da orogenia alpina , Cantâbrica e Bética com serras e cadeias de montanhas altas como os Pirenéus, os Picos de Europa e a Serra Nevada e as planícias centrais  ( mesetas ) onde depósitos mais recentes sobrepõem-se ao escudo antigo da Península Ibérica.
(Recordamos que Meseta Ibérica  é um termo geográfico (geomorfológico) que designa uma forma de relevo tabular, no caso o vasto planalto que caracteriza a parte central da Península em que a Meseta Norte fica separada da Meseta Sul pela Cordilheira Central; e que Maciço Hespérico  (Ibérico ou Antigo) é um termo geológico que designa o soco hercínico que aflora no centro-oeste da Península. Numa representação cartográfica, Meseta Ibérica e Maciço Hespérico só coincidem parcialmente):
Meseta Ibérica vs. Maciço   Hespérico  (from: Lições  de Geologia  de Portugal  (não publicadas), Prof. Doutor António Augusto Soares de Andrade) [3]
A concepção da Meseta Central como grande altiplano separada do resto e situada no centro da Península é relativamente recente e não existia antes do século XIX: foi   Alexander von Humboldt , precisamente, quem primeiro falou da existência desta unidade do relevo central espanhol.
Meseta Central (La Mancha) [4]
As montanhas de foldagem (orogénese) antiga  ( old-fold mountains ) que incluem a Cordilhera Central , o Sistema Ibérico (Cordilheira Ibérica) e  a Serra Morena  entre  outros, são todas derivadas do escudo antigo. As montanhas de foldagem (orogénese) moderna  ( new-fold mountains ) ou áreas marginais   formaram se em resultado de levantamentos   alpinos  contra o escudo velho e que são as cadeias alpinas mais altas , os Cantábricos (Cordilheira Cantábrica) , os Pirenéos  e a Serra Nevada,  da nossa área. As d epressões com bacias baixas  são drenadas  por rios grandes, em particular pelos rios Tejo, Guadalquivir, Ebro e Garona. As planícies costeiras , faixas estreitas de terras baixas, frequentemente dissecadas  por montanhas costeiras, presentem tal variedade característica da nossa área.
 
Regiões geográficas da Península Ibérica (from: Polunin & Smythies , 1972)
Os maciços cristalinos  são formados das mais antigas rochas de granito, gnaisse e de alguns sedimentos paleozóicos - que hoje em dia formam no norte-oeste da península uma paisagem cinzenta com colinas suavemente onduladas e com declividades ainda bastante íngremes nos vales. As rochas duras resistiram à desnudação  apesar de chuvas intensas, especialmente no norte-oeste, e o nível geral mantém-se ainda alto com montanhas de altitudes de 1500m ou mais, e com vales ingrémes e rios turbulentos que se cortaram na plataforma velha. Onde estas rochas do maciço antigo atingem a linha costeira, falésias ingrémes com inundados e submersos vales de rios formam uma costa com rias  que têm aparência de fiordes e que são tão típicas para o norte-oeste da Espanha onde o mar penetra muitas milhas para o interior da costa.
Apesar da grande idade desta paisagem antiga, ela não tem grande importância, nem como refúgio para espécies antigas de plantas, nem para a formação de espécies novas.
O Maciço Central  com o dobro da área da Suíça tem bastante mais importância neste respeito. Este maciço não contém apenas uma área relativamente alta de montanhas que serve de ' stepping stone ' entre os Alpes e os Pirenéus, mas inclui também uma área extensa de actividade vulcânica recente, que é uma área importante para plantas endémicas e por isso de considerável interesse botânico. Durante a formação do Maciço Central as rochas cristalinas antigas actuaram como massa rígida contra rochas mais moles que se formaram no fundo do Mar de Tétis  e que se dobraram num período de formação alpina desta região.
Puy de Dôme
Em resultado destas pressões e forças enormes, as rochas antigas têm-se inclinadas ligeiramente numa direcção norte, norte-oeste, seguido por intensas actividades vulcânicas que continuaram quase até tempos históricos. Pináculos vulcânicos, pilhas de cinza, rios de lava preta e agrupamentos de cones vulcânicos transformam esta região quase numa paisagem de lua. O " Plomb du Cantal " é o resto de um enorme vulcão de 30 milhas em diâmetro. Fora da paisagem vulcânica existem colinas altas e redondas com camadas finas de solos ácidos e vales muitas vezes densamente cobertas de floresta que produzem uma paisagem de aspecto tipicamente velho.
Plomb du Cantal
As Planícias centrais - ou mesetas são os extensos, muitas vezes extremamente planos planaltos e planícies que cobrem quase metade da área interior da Espanha. São compostos de rochas sedimentares do Terciário que sobrepõem-se ao escudo antigo cristalino e que são constituídos de argilas, margas, calcários e arenitos. As Cordilheiras Centrais atravessam as planícies centrais na diagonal e dividem as em duas regiões distintas: as da Castela-a-Velha  (Old Castile) no Norte e as da Castela-a-Nova  (New Castile) no Sul.
A Castela-a-Velha (Castela e Leão) tem cerca de metade da área da Inglaterra, sendo uma enorme bacia intramontanhosa com altitude média de cerca de 800m e actualmente drenada pelos afluentes do rio Douro.
Dados gerais sobre a bacia do Douro são [5] :
O rio Douro nasce na serra de Urbion (Cordilheira Ibérica), a cerca de 1700 m de altitude. Ao longo do seu curso de 927 km (o terceiro maior entre os rios da Península Ibérica, depois do Tejo e do Ebro) até à foz no Oceano Atlântico, junto à cidade do Porto, atravessa o território espanhol numa extensão de 597 km, seguidamente serve de fronteira ao longo de 122 km, sendo os últimos 208 km percorridos em Portugal.
Os leitos das linhas de água têm geralmente fundo rochoso, ocorrendo frequentemente marmitas de gigante (em especial nos granitos) e ressaltos no perfil longitudinal, sobretudo quando são atravessados filões quartzíticos.
O vale do Douro é meandrante em toda a extensão e bastante encaixado, até próximo da foz. Largos meandros de pequena curvatura conferem ao percurso um elevado índice de sinuosidade. Alguns desses sectores parecem ter origem tectónica, pela angularidade dos meandros.
Dos processos de evolução fluvio-torrencial do relevo salienta-se o abarrancamento das vertentes muito inclinadas, patente na frequência de barrancos ao longo das margens das gargantas do Douro, Sabor, Tua, Tâmega, Távora, Côa e Paiva.
Entre a foz do Douro e a do Tâmega as margens são altas e abertas com pequenos vales suspensos, que evidenciam a juventude da instalação da rede hidrográfica. As margens são mais baixas e menos inclinadas até chegarem às paredes abruptas que constituem as margens vestibulares do estuário, especialmente na margem setentrional, ao longo da parte ribeirinha do Porto. Aqui estas correspondem a arribas contemporâneas do nível do mar mais elevado, durante a transgressão flandriana.
O Douro desagua num estuário de tipo vestibular, em forma de funil, simples, com apenas um depósito de lodos junto à margem esquerda, ao abrigo da restinga que forma o chamado Cabedêlo do Douro.
Na entrada da barra do estuário formou-se um banco de areia que também se movimenta consoante a resultante energética das correntes marinhas e fluviais. Ao provocar a rebentação das ondas ao largo da barra ele minimiza a erosão das ondas sobre a restinga e a diminuição da sua altura ao penetrarem no estuário.
Os recursos hídricos da área do Plano do Douro são essencialmente renováveis e dependentes da precipitação proveniente das massas de ar mediterrânica e atlântica. Atendendo à extensão e orientação desta bacia é de esperar que a porção de precipitação que mais contribui para o escoamento seja a atlântica; a influência mediterrânica, por seu turno, obriga à sazonalidade, tanto mais elevada quanto se caminha para o interior da península.
A análise dos escoamentos nos afluentes portugueses do rio Douro permitiu concluir que à medida que se caminha para o interior se observa uma influência crescente das características mediterrânicas, patente na distribuição mais extrema dos caudais, com estiagens mais marcadas do que no litoral. Sobressaem, com um comportamento um pouco diferenciado dos restantes, as bacias do Côa e do Sabor: na primeira, o rigor da estiagem faz-se sentir na ocorrência de vários meses muito ou completamente secos e, na segunda, a menor duração dos escoamentos superiores ao módulo evidencia um regime mais torrencial do que em todos os restantes rios da parte portuguesa da bacia.
Estes rios cortam largas vales que são pouco profundos, mas fortemente declivados no relevo da meseta formando planícies férteis aluviais chamadas ‘campinas’. Mas deixando estes poucos rios de parte a paisagem mantém-se monótona, seca e plana, aliviada apenas por pequenas áreas de colinas conhecidas por ‘ cuestas ’ ou ‘ cerros ’.
Cuesta é uma forma de   relevo  assimétrico. Muito conhecidas são as cuestas arenítico-basálticas. Muito comum em sequências de camadas sedimentares com mergulho fraco intercalando níveis mais resistentes à   erosão  do que outros e que controlam (Erosão Diferenciada), assim, o desenvolvimento geomorfológico com uma topografia plana e de gradiente suave segundo o sentido do mergulho das camadas, contraposta por escarpas de cuesta no sentido contrário.
Em outros sítios encontram-se planaltos isolados, conhecidas como ‘ paramos ’, que se levantam sobre a planície com declives e falésias íngremes; são terrenos áridos, não cultivados e servem apenas para pastoreio com cabras e ovelhas. Invernos frios e Verões quentes transformaram esta planície numa área monótona sem árvores que de vês em quanto, após intervalos longos, fica repentinamente interrompida por vales aluviais.
Caminho de Santiago [6]  
Meseta (Castila-a-Velha)
Provavelmente homem e animais causaram a presente aridez desta região. Restos de florestas com pinheiros e carvalhos testemunham uma antiga densa florestação onde hoje se encontram apenas arbustos ou matorral  em vastas áreas, ou nas regiões ainda mais secas apenas vegetação de estepe.
 
Bacia hidrográfica do Rio Douro na Castela-a-Velha
A meseta de Castela-a-Nova (Castela-Mancha) divide-se em duas regiões contrastantes: para oeste a região de Estremadura onde as rochas antigas estão perto da superfície causando uma paisagem mais variada e ondulada.
Com as rochas à superfície formam-se colinas redondas como as Montanhas de Toledo  e a Serra de Guadalupe. Para leste encontra-se o mesma monótona planíce milhas após milhas como na Castela-a-Velha.
A cobertura meso-cenozóico da Península Ibérica [7]
Por sul-este de Madrid existe uma região distinta conhecida como La Mancha  (mais conhecida pela novela   Don Quixote de La Mancha  de Miguel Cervantes),  onde a água  é muito escassa e onde se encontra devido à forte evaporação uma acumulação da sais na camada superficial da terra, formando assim estepes salgadas e regiões semidesérticas.
São a Castela-a-Nova (Castela-Mancha) e a Estremadura que drenam os afluentes do Rio Tejo.
As estepes salgadas da Espanha são únicas na medida que existem aí um número elevado de espécies de plantas que não se encontram em mais lado nenhum da Europa, e os membros mais afiliados das mesmas espécies ocorrem apenas no Norte de África, no leste da Turquia ou mesmo perto do Mar Cáspio  onde existem estepes salgadas parecidas com as da Espanha.
Este habitat das estepes salgadas do interior da Espanha está incluido na Directiva Habitats  como Habitat 1520  ( Gypsophiletalia ) e tem a seguinte distribuição na Espanha:
Mapa de distribución estimada del tipo de hábitat 1520*.
Datos del Atlas de los Hábitat de España, marzo de 2005.

Veja a seguir: 1.2.1b Relevo e Geologia - orogenia hercínica


[2]  Way. A Geography of Spain and Portugal (London, 1962), p.2
[3]   Lotze F. (1945) - Observações respeito a la división de los varíscides de la Meseta Ibérica. (Publ. estranj. sobre Geologia de España (trad. J.M. Rios). Madrid, vol. V, p. 149-166).
[4]  Imagens e figuras são tiradas de Wikipédia se não for indicada outra fonte
[6]  (www.panoramio.com/photo/3076409)
[7]   Lições  de Geologia  de Portugal  (não publicadas), Prof. Doutor António Augusto Soares de Andrade)

1 comentário:

Antonio costa disse...

grato pelo conteúdo e pela sua boa apresentação
guarda_17maio
costa

Submitir informação sobre uma espécie de plantas

Seguidores